Natural de São Paulo, Camila Fontenele de Miranda tem apenas 25 anos e é a responsável pelo projeto “Todos podem ser Frida”, que mistura muita arte e debates sobre identidade de gênero e comportamento social.

A série é dividida em cinco ensaios (“Frida por inteiro,” “O amor e Frida,” “As cores de
Frida,” “A dor de Frida” e “O aborto de Frida”) e já passou por três estados do Brasil, além de uma experiência internacional, na Itália.

“A inversão de papéis e gêneros foi propositalmente escolhida para mostrar que a imagem da Frida está presente nas várias nuances do ser humano. Além disso, essa questão está totalmente ligada aos rumores de sua bissexualidade”, conta.

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