Guilherme Bicego Simionato tem 34 anos, é de São Paulo, e cursou gastronomia, mas foi através da arte que encontrou uma nova forma de enxergar o mundo. Apaixonado por colagens, Simio Nato, como é conhecido, desenvolveu um estilo bem singular de criar seu “remix visual”, termo que ele mesmo usa para definir suas criações.

O artista conta que o cinema, a história, os quadrinhos, a música e até a própria gastronimia servem de inspiração para seu trabalho. “Muitas referências estéticas vêm de capas de disco, com seu formato quadrado. São uma fonte inesgotável de combinações entre estilos, conceitos e tipografia. Sempre admirei a harmonia que surge disso”, revela.

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Guilherme conta que ouvir música ajuda na organização de suas ideias para que tudo fique mais claro em sua mente, inclusive a disposição de alguns elementos. “Funciona como um catalisador”.

Dentre os mestres que contribuiram para sua formação como artista, ele destaca Andy Warhol, Quentin Tarantino, Carl Sagan e Jack Kirby. Embora sejam bem diferentes entre si, todos carregam uma certa “inquietação”, algo que Guilherme carrega consigo e que acredita ser um dos pilares fundamentais da arte.

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