“À Espera”, animação criada pelo programa “Escravo, nem pensar”, da Repórter Brasil, com apoio do Instituto C&A, conta a trajetória de Angelina, uma imigrante angolana que foi morar em São Paulo após largar sua vida em Luanda.

O marido de Angelina é preso pelo governo da Angola, e por isso ela precisa fugir com os filhos, Lineu e Raquel, usando o pouco dinheiro que tinham escondido para essa possível fuga. “Deixamos tudo para trás”, ela diz.

Quando chegam em São Paulo, Angelina e os filhos contam com a ajuda de uma instituição religiosa. Para conseguir sobreviver, a mulher arruma um emprego como empregada doméstica. Sua patroa paga mal e lhe explora, porém ela precisa muito do dinheiro e não pode largar o trabalho.

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Enquanto passa por diversas dificuldades no Brasil, Angelina sonha com o momento em que finalmente poderá reencontrar Armando, o seu grande amor.

A história de Angelina foi inspirada nos relatos que o programa “Escravo, nem pensar” recolheu entre 2017 e 2019, quando realizou uma pesquisa com a rede pública de Assistência Social, sobre a chegada de mulheres angolanas à São Paulo. Embora “À Espera” seja uma obra ficcional, ela recria perfeitamente a luta dos imigrantes no Brasil.

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